Em convenção realizada na manhã de sábado (1), o governador do estado Eduardo Riedel (PP) oficializou sua candidatura à reeleição para o Governo de Mato Grosso do Sul.
O evento reuniu diversas lideranças de sete partidos, que fazem parte da coligação eleitoral.
Durante seu discurso, Riedel confirmou a manutenção da chapa vencedora em 2022 e anunciou que José Carlos Barbosa, conhecido como Barbosinha (Republicanos), seguirá como candidato a vice-governador.
Na convenção, o candidato à reeleição ao governo apresentou as diretrizes de seu projeto de governo para o período 2027-2030, sustentado por um amplo arco de alianças que inclui PP, PL, União Brasil, PSDB, MDB, Republicanos e Avante. Riedel também falou sobre suas prioridades para caso seja reeleito.
Dentre as prioridades que o governador destacou para caso seja reeleito estão equilíbrio fiscal, investimento, infraestrutura; atração de capital privado, emprego, renda, educação, projetos sociais, segurança pública (enfrentar facções criminosas), regionalização da saúde, turismo e cultura.
” Eu sempre falei que o nosso plano de governo é um plano para ser executado. Ele não é só uma peça que vai ser protocolado, ele é um plano efetivo de realizações, manter a capacidade de investimento do Estado. Linhas gerais, equilíbrio fiscal, capacidade de investimento do Estado para fazer política pública, infraestrutura para dar competitividade, atração do capital privado, para conseguir, a partir do crescimento, gerar oportunidade de emprego, renda para as nossas pessoas.” Disse o governador.
Um dos pontos de maior destaque na fala do governador foi o combate à criminalidade organizada. Riedel prometeu endurecer as ações de segurança pública, com foco especial no enfrentamento às facções criminosas que atuam na região de fronteira.
A confirmação de Barbosinha como vice encerra as especulações de bastidores e reforça a unidade do grupo político liderado por Riedel e pelo ex-governador Reinaldo Azambuja.
A manutenção da chapa repete a fórmula que saiu vitoriosa nas últimas eleições, apostando na estabilidade política como um ativo para o eleitorado.





