Advogado brasileiro é baleado e morto na região da fronteira com o Paraguai

Nivaldo de Souza Cordeiro estaria no país vizinho para comprar uma casa e foi atingido por trás na região da cabeça
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Identificado como Nivaldo de Souza Cordeiro, um advogado brasileiro de 64 anos foi baleado na cabeça na última terça-feira (1°) e não resistiu aos ferimentos, sendo encontrado morto na região da fronteira nacional com o Paraguai.

As primeiras notícias que passaram a borbulhar entre a mídia local, ainda no começo da tarde de ontem (1°), apontavam para um achado de corpo encontrado em um terreno baldio do país vizinho.

Longe aproximadamente 314 quilômetros da Capital de Mato Grosso do Sul, o corpo foi localizado com as mãos no rosto de barriga para o solo, em um terreno baldio na esquina das ruas Guavirami e Río de La Plata.

Esse endereço, no bairro conhecido como General Genes, na cidade paraguaia de Pedro Juan Cabellero (PJC), trata-se de uma localidade praticamente vizinha de Ponta Porã, distante cerca de apenas 4 km do município sul-mato-grossense.

Como abordado pelo portal local, ABC Color, com base nas informações repassadas pela Sexta Delegacia de Polícia de PJC, Nivaldo não portava nenhum documento no momento do achado do corpo, o que dificultou sua identificação.

Entenda

Com apoio de autoridades brasileiras, a investigação conjunto com a Polícia Nacional e Ministério Público do Paraguai pôde identificar a real identidade de Nivaldo, com o caso seguindo sob investigação no país vizinho.

A polícia paraguaia indicou que a identidade da vítima não foi localizada no Sistema Automatizado de Identificação por Impressão Digital (AFIS), o que levantou a suspeita de uma possível nacionalidade “estrangeira” dessa vítima para eles.

Morador da cidade paranaense de Pinhais, Nivaldo de Souza Cordeiro teria viajado até o Paraguai com a intenção de negociar e comprar uma casa, conforme relatado nos portais Ligado Na Notícia e Ponta Porã News, da região fronteiriça.

Ainda segundo o jornal ABC Color, o delegado subchefe da Delegacia de Polícia jurisdicional, César Samaniego, foi responsável por acompanhar a ocorrência ao lado do médico legista do Ministério Público de Pedro Juan, Lucas Riveros.

Lucas Riveros é o profissional que afirma que a vítima, Nivaldo no caso, “foi baleada na cabeça por trás à curta distância”, cita.

Agora, a investigação busca identificar tanto os responsáveis pelo crime quanto as motivações.

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