Distância cai e Flávio aparece com 46,5% e Lula, 45,9% dos votos

Considerando os porcentuais divulgados no levantamento anterior, a distância numérica passou de 3 para 0,6 ponto porcentual
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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tem 46,5% das intenções de voto no segundo turno da eleição presidencial, enquanto o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), registra 45,9%, segundo pesquisa Nexus divulgada na segunda-feira, 19.

Considerando os porcentuais originalmente divulgados em cada levantamento, a distância numérica passou de 3 para 0,6 ponto porcentual. Os candidatos permanecem tecnicamente empatados.

A Nexus informa que, a partir desta rodada, passa a publicar os porcentuais com uma casa decimal. Os dados da série histórica também foram reapresentados nesse formato. Segundo o instituto, devido ao arredondamento, a soma dos porcentuais pode variar de 99,9% a 100,1%.

Nos comparativos, utilizamos os porcentuais originalmente divulgados pelo instituto na primeira pesquisa deste segundo turno, publicada na terça-feira passada, 13, ainda sem casas decimais.

Naquela rodada, Flávio tinha 48% e Lula, 45%. Na comparação com esses resultados, o senador oscilou 1,5 ponto porcentual para baixo, e o presidente, 0,9 ponto para cima, dentro da margem de erro. Nenhum, branco e nulo somam agora 4,7%, ante 5%. Não sabe ou não respondeu passou de 2% para 2,9%.

Votos válidos e espontânea

Nos votos válidos, Flávio tem 50,3%, ante 52%, e Lula, 49,7%, ante 48%.

Na espontânea, ambos registram 44,5%. Antes, o senador tinha 46%, e o petista, 44%.

Contratada pelo BTG Pactual, a Nexus ouviu 2.002 eleitores por telefone, de 16 a 18 de outubro.

Avaliação

A aprovação do trabalho do presidente da República e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), subiu de 45% para 47,2%, enquanto a desaprovação caiu de 50% para 48,8%, segundo a pesquisa.

Na pergunta sobre a aprovação do trabalho do presidente, não sabem ou não responderam somam 4,1%, ante 5%.

Na avaliação do governo, 32,4% consideram a gestão ótima ou boa, ante 34%. A parcela que a classifica como ruim ou péssima foi de 45% para 42,9%. A avaliação regular foi de 20% para 23,6%. Não sabe ou não respondeu registra 1%, mesmo porcentual anterior.

Separadamente, 14,7% avaliam o governo como ótimo; 17,7%, bom; 5,8%, ruim; e 37,1%, péssimo.

A margem de erro é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos, com confiança de 95%. Registro no TSE: BR-04499/2026.

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