Insted entrega para Campo Grande faculdade de 8,5 mil m², com estrutura ultramoderna e conectada ao mercado de trabalho

Inauguração do prédio de 8.500 m² ocorreu na noite de segunda-feira (21), no coração de Campo Grande e na travessa que respira educação
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Quem era dos primórdios da Moderna Associação Campo-grandense de Ensino, a Mace, sabe que a travessa entre a Fernando Côrrea da Costa e a 26 de Agosto respiram educação. De um lado, os prédios que abrigavam crianças e adolescentes, em um modelo inovador ainda na década de 70, logo foram se ampliando, com quadras de esporte e espaços para disseminar conhecimento. E é neste mesmo lugar que educadores agora voltam, em mais um empreendimento para formar jovens pensadores e críticos em Campo Grande, agora acadêmicos da Faculdade Insted.

A inauguração do prédio de 8.500 m², com 46 salas de aula, auditórios, anfiteatro, rooftop, entre outras modernidades, como um espaço de co-working, onde os alunos vão se conectar ao mercado de trabalho, segundo a diretora-geral Neca Chaves Bumlai, ocorreu na noite dessa segunda-feira (31), sob o olhar da sociedade sul-mato-grossense, que ganhou mais um polo de educação das mãos de quem entende do assunto e, há cinco décadas, investe neste setor.

“Estamos indo para o sétimo ano da Faculdade Insted e hoje inaugurando, entregando para a sociedade este prédio. Os alunos que tenham suas ideias vão poder desenvolver, por meio de mentorias aqui dentro, e fazer esta conexão com o mercado de trabalho. Nossas salas de aula são com mesas redondas, para que os alunos possam interagir uns com os outros, principalmente porque trabalhamos muito com estudo de casos reais, então, os alunos desenvolvem muito as habilidades socioemocionais, como a empatia e o senso crítico, por exemplo”, afirmou Neca Bunlai.

Faculdade terá disciplinas como inteligência emocional e empreendedorismo

Conforme a diretora, entre as disciplinas do momento estão a inteligência emocional, inteligência artificial e o empreendedorismo, presente em todos os cursos. O professor Pedro Chaves dos Santos Filho, diretor da mantenedora, concorda com Neca, sua filha, e relembra toda a trajetória de sucesso na área da educação, iniciada na década de 70.

“Lá se vão mais de 50 anos e é importante que as coisas foram acontecendo. A sociedade de Campo Grande acreditou na gente, então, isso fez com que a gente crescesse cada vez mais. Primeiro a Mace, depois nós tivemos, em 74, o Cesup, que foram os primeiros cursos superiores. Foi muito importante para nós e depois, em 1997, transformamos em universidade, fomos credenciados. E com a universidade tivemos autonomia, pudemos crescer bastante, um ensino moderno já naquela época, procurava ser extremamente inovador e diferenciado, para que o aluno pudesse ter empregabilidade”, relembrou Pedro.

Conforme o professor, desde o início foi feito contato com diversas empresas, perguntando qual o tipo de profissional que ela queria. “Esse contato era importante e elas [empresas] diziam o tipo de profissional que queria, então, a gente começou a trabalhar para conectar a escola, a universidade com a empresa. Aí foram criados os campus de Rio Verde, CoximDourados, Ponta Porã e, graças a Deus, as coisas todas foram acontecendo positivamente”, disse.

‘Universidade está aberta para comunidade’, fala Pedro Chaves

Por fim, o professor ressaltou que o aluno sempre foi o foco que é o centro pluralizador de toda relação ensino-aprendizagem.

“Aí tivemos a confiabilidade neles e também criamos a educação à distância. Mais de 100 polos, foi maravilhoso, fomos pioneiros nisso, a medicina também foi diferente, foi o ponto da curva. Chegamos a ter alunos de 27 estados que foram candidatos, então, eu só agradeço. A universidade está aberta para a comunidade, é um espaço democrático onde se discute todas as correntes ideológicas e faz com que tenha um diferencial”, finalizou.

 

 

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