Santa Emília ganhará praça e campo de futebol ao preço de R$ 10 milhões

Projeto pronto há cerca de três anos deve sair do papel e trazer playgrounds, pista de skate e quadras cobertas para a população local
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Pelo Diário Oficial de Campo Grande de ontem (12), foi oficializada a contratação – pelo valor de R$ 10 milhões – da empresa que deve tirar do papel a praça prevista para o bairro Santa Emília, com projeto de campo de futebol e previsão de ciclovia.

Conforme evidenciado pelo município, a licitação que previa pouco mais de 10 milhões teve a empresa Macro Engenharia e Construções como vencedora, pelo preço final de R$ 10.039.269,97, com uma economia de R$ 722 mil diante do valor dos itens licitados em edital.

Esse projeto, como descrito em estudo técnico, prevê uma rota cicloviária com 2.300m de comprimento de ciclovia, com a pavimentação e calçamento do trecho da avenida General Alberto Carlos de Lima, entre a rua Praia Grande e Capitão Airton Rebouças.

Além disso, está prevista a instalação de equipamentos em dois pontos distintos separados da rua Engenheiro Edno Machado, com o campo de futebol sendo projetado para o terreno da esquina com a Rua Internacional.

Também na rua Engenheiro Edno Machado, porém no encontro com a rua Vitória Zardo, será instalada uma praça específica prevendo:

Academia ao ar livre;

Pista de skate;

2 Playgrounds;

2 quadras cobertas (cerca de 800m² cada).

Dos valores estimados à época de elaboração do estudo, a previsão era que a construção do Campo de Futebol Anhanduí, de aproximadamente dois mil metros quadrados, fosse o mais barato dos itens ao preço aproximado de R$ 140 mil.

Com todos os demais equipamentos citados acima, a Praça da Rua Vitória era listada com um custo médio de R$3.316.981,50, sendo os valores voltados para a rota cicloviária o que estava previsto para consumir mais dinheiro:

Ciclovia: 2.300m x R$1.038,31/m² = R$2.388.113;

Recapeamento: 20.700m² x R$165,00 = R$3.415.500

CG e as praças

Há menos de um ano, antes de saber se seguiria ou não no comando do Executivo de Campo Grande, houve o do empenho de R$ 19 milhões para construção de 50 novas praças na Capital.

Com fonte em recursos próprios e de emendas de parlamentares federais, dos então deputados Dagoberto Nogueira; Fábio Trad; Vander Loubet; Simone Tebet e Loester Trutis, entre os anos de 2021 e 2023.

Considerado pelo então secretário de Infraestrutura e Serviços Públicos, Marcelo Miglioli, como um “grande programa da construção de praças”, esses praticamente 20 milhões de reais serão pagos pela prefeitura para a empresa Gomes & Azevedo LTDA.

Segundo o secretário, havia à época a intenção de que essas praças fossem entregues “dentro do exercício de 2024”, disse.

Antes dessa tacada, quando era observado um “êxodo” de exonerações que esvaziaram o gabinete da prefeitura, a Fundação Municipal de Esportes recebeu diretamente 15 funcionários, que se acomodaram na Pasta ao deixarem o “escritório” de Adriane Lopes.

Depois dessa movimentação, foi abordado a nomeação, feita pela Fundação Municipal de Esportes (Funesp), de 12 chefes de praças para  garantir o “bom andamento e funcionamento das atividades”, ou seja, irão acompanhar e orientar os usuários que desfrutam desses espaços públicos de Campo Grande.

A intenção do Executivo era que, a partir do fim de junho de 2024, os seguintes espaços públicos da Cidade Morena teriam um “chefe” para chamar de seu:

Praça José Barbosa Rodrigues;

Praça Mario José Mendonça;

Praça Mata do Jacinto;

Praça Elias Gadia;

Parque Ayrton Senna;

Parque Francisco Anselmo Gomes de Barros (SÓTER)

Parque Tarsila do Amaral;

Praça Bonança;

Centro de Formação de Atleta Profª Rose Rocha (CEFAT);

Parque Jacques da Luz;

Praça Disvaldo de Souza Bezerra e

Praça Camilo Boni

Quanto à seleção desses 12 nomes até então, o município através da pasta de Esportes indicou que os nomes escolhidos se enquadram em quatro itens específicos:

Perfil de liderança,

Conhecimento do equipamento de lazer,

Habilidade no relacionamento com os usuários e

Competência na administração de espaços públicos

“Essas competências e formações são essenciais para garantir a eficiência e eficácia na gestão dos equipamentos de Esporte e Lazer”, concluiu o município.

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