Secretário de infraestrutura promete R$ 40 milhões para recapeamento de ruas em 2026

A Prefeitura planeja distribuir o recurso em sete contratos de licitação, um para cada região da Capital
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A Prefeitura de Campo Grande abrirá licitação para um programa de recapeamento para as sete regiões da cidade. O investimento será no valor aproximado de R$ 40 milhões, com previsão de início das obras para o ano que vem. A informação foi anunciada pelo titular da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sisep), Marcelo Miglioli, na manhã de quinta-feira (13), durante a inauguração do Jardim Veraneio.

Os R$ 40 milhões serão aplicados em sete contratos, referentes a cada região da Capital: Centro, Segredo (norte), Prosa (leste), Bandeira (sudeste), Anhanduizinho (sul), Lagoa (sudoeste) e Imbirussu (oeste).

“Nos próximos dias estaremos licitando um programa inovador para a cidade, que já está bem estruturado na Secretaria de Licitação, para ser implementado a partir do ano que vem. É uma modelagem nova, algo que nunca foi feito em Campo Grande, e tenho absoluta certeza de que vamos colher bons resultados”.

Segundo o secretário, a Prefeitura irá arcar com os gastos da massa asfáltica da usina, adquirida em parceria com o Consórcio de Municípios da região central do Estado, do qual Campo Grande faz parte. A estratégia visa baratear o custo, além de ganhar dinamismo e produtividade.

Os sete contratos de recapeamento serão voltados ao recapeamento tradicional, e também à recuperação funcional do pavimento.

Tapa-buracos

Na quinta-feira passada, Marcelo Miglioli foi até a Câmara Municipal com o intuito de apresentar informações ligadas a obras, serviços públicos e finanças do Executivo de Campo Grande para os vereadores. Antes da reunião com os parlamentares, o secretário ressaltou que os buracos na Capital não serão resolvidos em até dois anos, visto que são um “problema histórico” que atinge a cidade há quase três décadas.

Sobre as empresas que fornecem o tapa-buraco para a prefeitura, Miglioli afirma que sete têm contrato firmado com o Executivo, uma para cada região do Município. Porém, em função da crise financeira e do corte de gastos recentes, há dificuldade de captar recursos para que estas empresas consigam trabalhar no ritmo esperado pela Sisep. Ele reconhece que a operação segue a passos lentos.

“O serviço de tapa-buraco é permanente e já está acontecendo. O que muda é o ritmo das empresas, de acordo com a disponibilidade financeira da prefeitura. Hoje estamos com dificuldade; não há dúvida quanto a isso. Não estamos no ritmo ideal, mas estamos buscando alternativas para resolver essa situação o mais rápido possível”, declarou Miglioli.

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