Vendedor de vinícola frauda chave Pix, desvia valores por um ano e acaba preso

Funcionário oferecia descontos e optava por fraudar garrafas de marcas importadas; suspeito alegou endividamento e vício em cassinos online
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Um funcionário de uma loja de vinhos de Campo Grande acabou preso após ser descoberto fraudando pagamentos e desviando o valor de garrafas renomadas.

Conforme a Polícia Civil, o criminoso já cometia o crime no estabelecimento há pelo menos um ano, o que provocou grande prejuízo ao estabelecimento. Sem os proprietários da loja saberem, o funcionário comercializava as garrafas normalmente com os clientes.

Contudo, na hora do pagamento, o suspeito informava chaves Pix e links de cartão de crédito adulterados, que direcionavam os valores para outras contas bancárias.

Entre as garrafas de vinho escolhidas para a fraude, o criminoso optava pelas de marcas importadas e grifes de alto padrão.

Conforme a Delegacia Especializada em Repressão a Roubos e Furtos (Derf) —, que investigou o caso e indiciou o suspeito — o criminoso oferecia descontos de até 20% em garrafas de R$ 350 a R$ 2 mil.

Após o resultado das investigações, o funcionário foi levado até a sede da Derf para interrogatório, momento em que confessou a prática dos crimes.

O criminoso justificou os atos por endividamento, alegando ser viciado em jogos de cassino da internet e “Tigrinho”. O homem relatou também estar arrependido.

Após o fim das investigações, o criminoso foi indiciado pelo crime de furto qualificado pelo abuso de confiança e fraude. A pena prevista é de dois a oito anos de prisão.

Viciada em ‘jogo do tigrinho’, jovem engana avó e desvia R$ 55 mil

Em outro caso envolvendo vício em jogos de azar da internet, uma jovem de 25 anos desviou cerca de R$ 55 mil da própria avó, de 67 anos, para jogar no “jogo do tigrinho”.

Segundo a Polícia Civil de Brasilândia, município onde ocorreu o fato, a neta se aproveitou do baixo conhecimento sobre das próprias finanças de sua avó.

Além de enganar a vítima, informando dívidas com valores superiores aos reais das contas, a jovem ainda não realizava os pagamentos da avó e ficava com todo o dinheiro.

A golpista foi enquadrada nos crimes de estelionato e apropriação de proventos de idoso.

 

 

 

 

 

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